sexta-feira, 7 de maio de 2010

Porque NÃO ir ao cinema!

Acabei de ver uma notícia de que "A Hora do Pesadelo" será refilmada e mais uma vez fiquei passado em Cristo (Cleycianne!!!).


Não sei o que anda acontecendo com os roteiristas e cineastas ultimamente, já que tem mais de três meses que não tenho a menor curiosidade em ver filme nenhum.

Todos os temas já foram abordados no mundo? E reabordados e reabordados e destruídos...?

Pode ser, o fato é que, nota-se, não há mais criatividade no mundo cinematográfico. Hitler, guerras, mitologias, bruxos, vampiros, casais românticos, histórias de lugares fictícios ou não, viagem a outro mundo, biografias, visão do passado e do futuro, películas retiradas de livros... será que não há mais nada a falar?

As receitas de bolo são mais do que óbvias! A sétima arte foi prejudicada pela fama dos atores, o que influencia na contagem de público; isso tratando-se de filmes internacionais. Quem nunca saiu de casa pra ir ao cinema SÓ por causa do casal dos sonhos, Pitt & Jolie, ou o time Burton-Depp-Carter ou os bonitinhos Efron-Pattinson-Cyrus-Lautner ou pela beleza do Gael?



Agora vamos aos filmes Made In Brazil. Tem quem deteste, não assiste, fala mal, até mesmo por um PRÉ-conceito, porééééém... em partes dessa grande discussão há algumas verdades.

A maioria (isso quando não é TODO) do elenco de um filme nacional é formado por atores "globais", conhecidos de emissoras e de revistas, por vezes há modelos, cantores (bláááh!) e apresentadores de televisão vivendo eles próprios... ou não.

Filmes ruins? Nunca assista Nome Próprio, é um filme muito monótono. Parece que quando não fazem produções com cara de novela das nove, os caras viajam na maionese e tentam a vertente de uma filosofia louca e indecifrável.

O que então nos resta a fazer? Procurar filmes que marcaram realmente, filmes que fizeram e contam uma grande história, clássicos cult como Charles Chaplin, Zefirelli, Baz Lutherman, e alugar (no meu caso, comprar, pq sou rica, meu amourrr) dvds e dvds de seriados americanos como Friends, Seinfeld, Old Christine, Two and a Half Men, House, Fringe, Will & Grace, e coisas mais pertos do Brasil, como A Grande Família, A Diarista, Sai de Baixo e Chaves. Apelar para dvds musicais, videoclipes, concertos e making of.

Bom, quem sabe assim, de uma vez por todas, as pessoas comecem a ir mais ao teatro, consumir sua própria cultura e prestigiar a algo que o computador não poderá interferir.

Um comentário:

  1. sendo realista, a beleza do Gael é bem melhor que o Eduard.

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