domingo, 28 de agosto de 2011

Mão Grande

O Que: Quase assalto
Onde: Em São Caetano do Sul
Quando: Ontem
Quem: Eu, o quase assaltante e dois prováveis cúmplices, três viaturas com sete policiais, uma mulher gostosa e uma piadinha.

Dificilmente eu vou mercado da minha cidade, ainda mais aquele mais próximo da minha casa, recém-inaugurado, jardim na entrada, parede espelhada, passarelas rolantes, lojas no térreo... enfim. Era oito e meia da noite, eu estava sentado em cima da mureta do jardim, entre o portão e as portas de vidro de entrada do mercado. Esperava duas amigas (atrasadas) e, comumente, comecei a brincar com um joguinho incrível no meu celular novo. Não deu dez minutos quando um cidadão, desprovido de sublimidade, pulou em cima de mim gritando pra eu entregar meu celular pra ele. Instintivamente, tirei o celular de seu alcance, me esquivei de suas mãos que tentaram agarrar meu cabelo e entrei no mercado.
- Eu ainda vou te roubar! - bradou o infeliz, frustrado, puto da vida, indo-se embora. Encarei ele com todo o carão que consegui reunir e ele se foi. Percebi uma movimentação estranha ao meu lado e avistei uma garota lamentando algo, meio desesperada, com um outro cara, que passou por mim, também me olhando feio, muito feio, feio até demais.

Me posicionei ao lado de uma das lojas do térreo e, com meu celular seguro na mão, liguei para a polícia. Enquanto explicava a atendente o que ocorrera, observei o casal entrar no banheiro, subir ao mercado, descer sem nada e, quando estavam indo embora, três viaturas chegaram.
Expliquei o que havia acontecido, informei as características, eles deram uma volta pra procurar e no fim, acabei pedindo pra me deixarem em casa.
No meio do caminho, um dos policiais olhou pra uma mulher que passava na calçada e comentou conosco, enquanto o que estava dirigindo mexia no GPS:
- Nossa, que bunda grande... que mulher gostosa - ele se virou pra mim. - Gosta de mulher?
- Não - respondi sem crise e nós três rimos.
No todo eles foram muito simpáticos. Comentaram sobre a forma dos assaltos, enquanto uma senhora chegou de carro em sua casa e foi abrir o portão enquanto deixava o carro aberto, apontando-a como exemplo vulnerável. Disse a ele que a gente nunca tem o que fazer pra se proteger. O policial considerou a probabilidade de aquele cara que quase me assaltou não ser da cidade, mas das regiões vizinhas. Achei pouco provável e quis comentar sobre a falsa sensação de segurança que a mídia mostra de São Caetano do Sul, mas preferi não gastar o meu latim. Quando desci na calçada da minha casa ele me perguntou se eu teria coragem de reconhecer o cara se eles o encontrassem. Respondi que sim. Minha amiga passou por mim e no fim fomos pra casa e pedimos uma pizza mesmo...

Refletindo, depois que contei para os meus amigos que chegaram, percebi que saltei e corri sem nem lembrar da dor excruciante que consumia minhas costas, mas senti-a latejando quando sentei no meu sofá, já longe de assaltantes e policiais. Não fiquei com medo, não fiquei assustado, primeiro eu fiquei confuso achando que se tratava de alguma brincadeira, fiz toda a minha ação sem nem acreditar que aquilo estava acontecendo naquela hora e naquele lugar e por fim acabei com meu sistema nervoso piscando seu alerta vermelho. Quando entrei no mercado e o cidadão me encarou, eu senti que, se ele viesse pra cima, a gente ia se atracar! Afinal, como dissera um dos policiais das três viaturas que chegaram, a tentativa de assalto foi à mão grande, e eu não ia permitir que me roubassem um dos frutos do meu trabalho suado (beeeeem suado!). Não pude fazer nada quanto aos outros que eu desconfiava ser cúmplices, afinal, a polícia não trabalha com suposições, por outro lado, a menina que estava junto com eles mora a uma quadra da minha casa e eu não consegui deixar de pensar em ameaçá-la, se alguma coisa acontecesse comigo, a polícia a procuraria primeiro, mas por fim, me contentei em comer minha pizza reunido com meus amigos em segurança e com meu celular na mão.

Fecha a conta e passa a régua que eu vou tomar cuidado!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Mais uma do capitalismo

Ontem entrou uma mulher no trem, como uma criança no colo, pedindo dinheiro pra comprar alimentos pras suas outras duas crianças, todos moradores de um barraco, sem gás há três dias. Nesta hora me bate a dúvida, dou ou não? Confio ou não? Esse papo de você dar, não importando o que ela vá fazer depois, não cola... ou cola?
Tendo recebido o meu pagamento no dia anterior e com todas as minhas idéias revolucionando meu modo de pensar, não pude deixar de reparar e odiar o modo como os bastardos do capitalismo se aproximam de nós, como desgraçados da vida, mendigando a necessidade básica do homem. Minha mãe sempre me ensinou a agradecer pela nossa vida ao vermos gente assim... NÃO! Isso é muito egoísta!
Meu pensamento antigo em relação a isso era o de não dar, pois quem tem braço e perna, pode trabalhar, por outro lado eu não conheço a vida e a rotina dessas pessoas, eu não sei nem quem eu sou direito, ainda mais tentar adivinhá-las...


Mas e aí? Você dá ou não? E por que?

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Droga?

No nosso mundo, o governo proibiu a droga e marginalizou os seus usuários. Pois eu vou falar do ponto de vista de quem as usa! Já não basta a vida corrida e o cotidiano estressante e eles ainda querem nos privar de alguns momentos de prazer?
Hoje eu ouvi falar que chocolate e internet viciam também, mas vamos lá: chocolate engorda, internet engorda... Droga mata! Correto? Correto, quando seu uso for excessivo.

Você trabalha oito horas por dia, pega trem e ônibus lotado, respira o ar poluído por fabricantes e donos de escapamentos que estão se lixando pra sua saúde. Você come num restaurante que põe salitro na comida, que fermenta o seu estômago por causa do sódio e do nitrato de potássio, além de ser cancerígeno.
Dinheiro pra traficante? A população inteira trabalha pra encher bolso de político!
O que a droga custa R$ 20 no máximo não chega nem perto do valor do imposto mais alto do mundo.
Tudo bem, reconheço que as drogas mais pesadas matam mais rápido, é melhor mesmo ficar com o trabalho que, ao invés de edificar o homem, cozinha corpo e mente em fogo lento.

Porque a maioria dos usuários de maconha são os jovens? Quem pode entender o mundo forçado para qual todos são jogados diariamente? Desigualdade social é o nome da pior droga de todos os tempos, aquela que gera outras "drogas", a que revolta o homem e mata outros pelas mãos do capitalismo. Lei contra a maconha? Porque não fazem uma lei contra políticos que ganham o triplo do que um escravo do governo [que pode ser o pai de quem está lendo isto, ou você mesmo] ganha?
Param aeroportos por causa de um estoque de cocaína, mas não param os jatos e aviões dos filhos da puta que eu sustento, que estão indo e vindo do exterior para se divertir na Disney, enquanto há viciados em crack pelas ruas: considerados o câncer da sociedade, sem casas, sem roupas, sem condições, mas que ninguém move uma mão para tirá-los daquela situação, a não ser a família, claro, pagadores de impostos, escravos do governo, que ainda tem que tirar dinheiro sabe-se lá de onde para pagar a reabilitação numa clínica porca e mal preparada, nada comparável ao caráter de alguns daqueles que estão nos "representando".
Marginalizar o usuário é fácil, tentar entender o porquê da sua situação parece coisa possível apenas pra santo.

É, meu caro, estamos neste mundo pra morrer, e quem tem que te matar é o governo, não se esqueça disso!

Não quero incentivar o uso da droga, e esse papo de apologia pra mim é hipocrisia.
Fecha a conta e passa a régua que eu vou encher a cara!

terça-feira, 26 de julho de 2011

A minha Amy Winehouse

Desde ontem tenho lido muita coisa a respeito da diva contemporânea da soul music, Amy Winehouse, falecida no dia 23 de Julho de 2011.
Ninguém tocou no principal, apenas na causa da morte, levantando piadinhas e conclusões precipitadas, todas, claro, inúteis. Morre uma das estrelas dessa geração.

Pessoalmente, Amy foi a minha droga no momento de maior angústia da minha vida. Ela me consolou e me surpreendeu, e Frank era o disco que mais me deixava maluco, até ouvir Back To Black.

Este disco parecia ter sido feito pra mim, em Amy afoguei angústias, renasci, relaxei, chorei... sinceramente, não sei o que seria de mim sem sua música pra me aliviar o coração naquele momento.



Tenho a consciência de que falo da Amy como uma deusa, mas ainda acho pouco para o que ela me representou, sendo assim melhor ainda, uma amiga muito profunda. Meu piercing foi por sua causa, uma fuga, minha bebedeira foi por sua causa, minhas gargalhadas e traumas foi por ser seu fã, e agradeço a ti por me proporcionar momentos de intensa liberdade, intensa libertação. Já me falaram que sua voz me hipnotizava como o diabo, mas eram frases geradas por ciúmes, pois minha atenção era mais sua do que a de qualquer outro.
Me fascinei pelo seu cabelo, pelas performances, pelo estilo e personalidade... me encantei por aquela artista excêntrica e absurdamente talentosa. Sua voz me tirou de mim e me levou para um mundo seu que compreendeu todo o meu, e fiz dele meu abrigo e descanso.



Ninguém deveria querer saber do que ela morreu, afinal, ela é a artista como um todo e não cabe ao homem julgar a mente e o sentimento de outro. Amy entra para as lendas dos 27 anos, passou e marcou como uma das melhores cantoras desse mundo e acabou sendo como uma de suas referências eram.

Eis a música com a qual conheci Amy:


[Help Yourself]




Sua morte me machucou.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Relógio. Horário. Minuto marcado. Escravo. Na hora. Estresse. Memória.

Ultimamente tenho me estressado mais, ficado mais irritado com as situações e definitivamente mais envolvido com o mundo que me cerca. Minha calma e paciência perderam pro dia-a-dia, pra rotina, pro horário.
Eu nunca quis ser uma pessoa regrada, com horário pra acordar e pra dormir, pra entrar e pra sair. Tenho tesão naquilo que vai contra o manual de instruções diários e não lógicos que seguimos religiosamente.
É que esse negócio de acordar cedo, trabalhar, voltar pra casa, jantar, dormir, acordar, trabalhar... todos os dias, só funciona quando não se tem um objetivo. Eu tenho um objetivo, e não gostaria de ser uma pessoa intolerante, quadrada, como milhões que convivemos por aí.
Mas então, minha insatisfação com tudo e todos foi esquecida assim que conheci a Neli.

Nos encontramos no ponto de ônibus, Neli era uma senhora ativa, que puxara papo comigo sobre o atraso do ônibus e sobre fones de ouvido e o volume da música. Não quis ser daqueles intolerantes que respondem com monossílabos e fogem do assunto, afinal, valia a pena analisar a companhia e me convencer de que compartilhar histórias é sensacional.
Pois então fomos dialogando no ônibus e depois no trem. Ela me contou sobre sua turma no supletivo, as gírias de suas netas, a saúde de sua mãe, curiosidades sobre Jesus, elogiou minha voz e debatemos sobre sedentarismo. Nesse ínterim, citei minhas queridas ex-alunas e sua incrível disposição. De nada nos gabávamos, pelo contrário, até nos despedimos, já em outra cidade, com um beijo e um abraço de velhos amigos e nos desejando boa sorte antes de nos virarmos cada um para seu lado.

Segui sorridente o meu caminho, pensando na agradabilidade de nosso encontro que fizera o TEMPO passar mais depressa e mais leve.
Mais uma vez desafiei o relógio e fiz quase tudo que planejei fazer naquele dia. Já a noite, outra vez num outro ponto de ônibus, conheci Jaqueline.

Jaqueline era uma garota sorridente, de 18 anos, estudante de Psicologia. Perguntou-me sobre o horário do ônibus e então, de uma maneira que nem me lembro, foi me contando sobre sua confusão sentimental em aceitar ficar com um garoto que era paquerado por muitas meninas. Pacientemente a ouvi e, enquanto ela me falava, me bateu um sentimento que há muito não batia, a sensação de maravilhoso mundo em que minha vida estava... só por causa desses momentos, entende? Era sensacional poder ouvir as pessoas falando, ao invés de resmungando.
Aconselhei-a, contei sobre mim e meu trabalho, ela sobre o dela e então um dos ônibus que eu deveria pegar veio, mas o ignorei, esperei o próximo e fui com ela para papearmos um pouco mais.
Tão logo como começara a nossa conversa, acabou. Ela prometeu me contatar nas redes sociais e me contar o desfecho de sua histórias amorosa, e então, parti novamente, com um sorriso satisfeito estampado no meu rosto.

Nessas relações que começam e acabam bruscamente, constatei mais uma vez o quão escravos do relógio somos e que a rotina poda nossa paciência e calma diante de qualquer coisinha que sai do lugar. Temo reclamar demais e agir de menos, pois assim fujo do que acredito. Não arranca pedaço conversar com pessoas desconhecidas, afinal, são apenas pessoas, e são doloridas e deliciosas, assim como eu...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Deus do Capitalismo

Este Deus foi criado pra desviar o ser humano dos seus próprios pensamentos.
Foi criado para controlar as pessoas com uma regra única.
Foi criado para fazer as pessoas orarem, e não se moverem pra mudar.
Foi criado para a propriedade privada e a valorização da produção.
Foi criado para categorizar o ser humano e distingui-los em espécie.
Foi criado para vender produtos e ditar o comportamento.


Fecha a conta e passa a régua que eu vou encher a cara.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Inquietações

O que me inquieta é a falta de bom senso
é a falta de bom tempo,
o excesso de racionalidade.

O que me inquieta é a vaidade,
é a obtusa personalidade,
é a alma e sua idade.
Para onde estamos indo?
O que estamos seguindo?

Tudo perdeu pra humanidade,
que se diz estável,
mas parece afiançável... que saco!

Em tempos de hoje, o podre sobrevive,
a vida entra em crise
e não há possibilidade.

O que todos buscam é a felicidade,
mas ninguém sai da TV,
vá procurar o que fazer!
Vá começar a viver!

São tantas dúvidas,
tantas questões,
e a gente ainda tenta mudar,
mas só perguntar
não vai adiantar,

É preciso lutar
É preciso gritar... e agir!
É preciso ferir e cuspir,
pra mudar, levantar!

"Ta tudo errado" não vai adiantar,
exigir educação, sem mover uma mão?
Isso não!
Onde fica a ação?

Não dá pra plantar o efêmero
e manter-se catatônico,
quem vai mudar o mundo?

Não espere por alguém,
vá você além e mude os outros,
bem aos poucos,
a fim do que pode mudar,
pois não dá mais pra acreditar no
"tudo que tiver de ser, será!".

sábado, 2 de julho de 2011

Amo

Eu amo o amor sereno, estupendo e irreversível, amo o amor que me coloca em tua conexão, o possível. Se amo o amor que me eleva por causa sua, tremo por conta do acaso de minha carne crua.
O homem é o bicho mais interessante-macabro que existe, e você é uma divindade com rosto humano, a fim de disseminar o bem à humanidade e rasgar meu peito de amor. Não és anjo, és maior que isso, és o ser único e célebre, fruto do meu ardor.

Que seria da claridade do meu mundo sem seu raio de luz pra me completar? Você me fascina, és estonteantemente belo e humano; pra mim, o presente que pedi aos céus.
Quero minha vida pra tua.


[Beyoncé - Rather Die Young]

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Orgulho Gay?

Outro dia um amigo meu me perguntou se eu iria na Parada Gay (a que ocorreu ontem). Lancei um olhar esquisito pra ele, já que não me reconheci naquela pergunta. Parecia-me uma questão muito idiota, era óbvio que não!
Fui uma vez à Parada, provavelmente em 2008, e foi a primeira experiência e a única.

Acho uma burrice e falta de bom senso da grande maioria frequentadora dessa Parada. Vamos aos fatos: se alguma ameaça acontece de ela não acontecer, órgãos específicos entrarão em ação e uma verdadeira luta sobre o direito de se expressar e se manifestar pelos direitos irá ocorrer.
Parada=Manifesto=Direito. É tudo muito bonito na filosofia, mas não foi o que vi e 2008 e não é o que vejo hoje em dia. A Parada Gay é uma balada GLS a céu aberto, praticamente open bar, uma mistura de voyeurismo com dark room de dia e incêndio em granja cheia. Não tem sentido gogo boys em cima de carros promovendo baladas e outros produtos. Drag queens gritando e travestis desnudos estão numa miscelânea de garotos artificialmente afeminados, buscando prazer e/ou caindo bêbados e/ou drogados com "héteros" bagunceiros que curtem tirar a camisa e se fantasiar de profissionais de risco. Além de tudo temos gritos nos trens, bagunça nas estações, promiscuidade nas ruas e o grito da vergonha alheia... como esse povo quer respeito se não se dão o respeito?
A Parada Gay é um carnaval promíscuo de gente louca. É um verdadeiro inferno, pela multidão e pela falta de respeito de um ser humano para com outro... aonde diabos está o manifesto?

Minha indignação é pela luta, desde a história de Stonewall, pelos direitos iguais e humanitários ter se transfigurado para um rebu na avenida Paulista, onde pessoas correm risco de vida, também ficando à mercê de hipócritas carecas e intolerantes de qualquer espécie que matam brasileiros e estrangeiros que se submetem a isso. O caráter revolucionário ficou para trás, dando lugar a uma grande festa comercial que movimenta o capital da grande cidade, afinal, temos hotéis lotados, turismo em alta, comércio em polvorosa e consumidores que servem de fantoche da compra. A Parada Gay é a festa do capitalismo.

Acredito que somos um país atrasado no quesito liberdade (já que, infelizmente, temos uma camada que se diz "cristã" [lê-se preconceituosa] no poder que impede diversos direitos pra esse pedaço da sociedade), mas, atualmente, essa palavra vem sendo confundida com libertinagem.

E, o pior de tudo, o que acontece no outro dia? Tudo volta ao normal, moradores da região finalmente voltam pras suas casas, acaba a coragem dos casais homossexuais de andar de mãos dadas por aí, grande parte dos frequentadores da Parada estão de ressaca, nada muda nos direitos e o que fica é a sensação de "até que enfim que isso acabou!".

Se é pra manifesto, sou a favor, vamos juntos, pois sou a favor da igualdade social em qualquer âmbito, mas se for pra bagunçar e se ridicularizar... beijo, querida, to boa, vou ficar tomando meus bons drink, aquendando uma taba ou meu ocó, só na mocósa porque eu sou fina!

Fecha a conta e passa a régua que eu vou encher a cara.